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É show!
Temos o prazer de comunicar a vocês o primeiro show da 80´s In The Box! Vamos tocar numa festa temática junto com a Anjos de Vinil, outra banda muito boa. Vai ser no dia 18/06, sábado, a partir das 22:00, na rua José Gomes Falcão, 215 (atrás do Playcenter), na Barra Funda. Os ingressos custarão R$ 10,00 no local, mas vocês podem comprá-lo antes - nesse caso, sai a R$ 7,00. Para tanto, podem entrar em contato comigo ou com o site da banda.
Escrito por Juliana Guido às 16h26
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Um dia perfeito em São Paulo (sorry, poluição)

Esta foto foi batida hoje por volta das três da tarde e mostra um pedaço de céu absurdamente limpo, transparente e azul sobre a Pompéia, tão azul quanto os céus que cobrem o Araguaia em agosto. Daqueles capazes de me deixar com a alma leve, iluminada, em estado de graça. Muito lindo.
(sorte que a máquina captou todo o azul!)
Escrito por Juliana Guido às 18h59
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Perguntar não ofende
Será que estão pintando o muro desta escola estadual por preocupação com a limpeza do muro (rá rá rá) ou é porque o fundo dos grafites é da cor do partido da oposição? Esquisitinho, isso.
Escrito por Juliana Guido às 18h57
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Réquiem para um amigo pintado
Não, não sou tão apaixonada assim por grafites. A maioria é visualmente medíocre mesmo. Mas alguns têm graça, como o simpático futebolista pop da foto acima, a me saudar todos os dias à frente de seu Pacaembu com vacas pastando na praça Charles Muller (ela certamente sofreu um drible “dela mesma”). Infelizmente a essa hora meu querido craque já deve dormir o sono eterno debaixo de uma mão de tinta azul-tucaninho. Uma pena.
Escrito por Juliana Guido às 18h57
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Sincronicidade ou uma frase lida numa camiseta

Escrito por Juliana Guido às 11h27
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Uma homenagem óbvia, mas nem por isso menos válida...
Mãe é aquela pessoa que, em qualquer época da vida, te pega no colo para que você pare de chorar. E que você também pode pegar no colo. É quem te alimenta, quem te veste (“essa roupa está HORRÍVEL, vai trocar isso já!”), quem cuida de você, quem cuida do mais básico ao extraordinário. É quem aconselha, quem critica, com quem você quebra o pau de vez em quando, quem enche o saco e diz, deixando você muito **** da vida, que aquela pessoa que você ama enlouquecedoramente não presta (e na maior parte das vezes você acaba vendo que não prestava, mesmo...). Mas também é quem vai consolar você depois dessa, dizer “lava essa cara, troca de roupa e vamos dar uma volta”. É aquela pessoa com quem normalmente você pode abrir alguns de seus maiores segredos – como contar sobre a sua primeira vez no mesmo dia.
Minha mãe é assim. Muitas vezes me torrou (e torra) a paciência e me tirou (ainda tira) do sério, mas em condições normais de temperatura e pressão é uma mulher bárbara, aberta, coerente e jovem, não só pela idade (temos só 16 anos de diferença), mas com uma cabeça jovem e arejada. Embora tenhamos sérias discordâncias (principalmente de ordem política – embora eu não seja propriamente esquerdista, ter mãe “tucana” é dose!), os pontos em comum falam mais alto. Minha mãe é a mulher que me ensinou a me portar – e principalmente a me divertir – tanto jantando truta com amêndoa num restaurante chique nos Jardins como jogando sinuca num boteco no Parque São Domingos. E o mais importante, me transmitiu o valor e o real significado da palavra LIBERDADE, não como um “faz o que tu queres pois é tudo da lei”, mas o de medir consequências e resultados de meus atos. E ela mesma é uma pessoa que leva a liberdade muito a sério, tanto que muitas vezes na vida “queimou suas caravelas” e largou situações mais ou menos sólidas em nome de seus sonhos. Eu mesma não tenho essa coragem dela...
Mãe, que você tenha a contrapartida de sua coragem e desprendimento a cada dia de sua vida. Eu te amo muito.
Escrito por Juliana Guido às 10h51
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Uma foto linda!

Escrito por Juliana Guido às 10h51
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Isso não é tudo!
Por essa minha vida tive a sorte de encontrar várias outras mães. Algumas são de minha família, mesmo. Minha avó Lídia, com quem moro, pessoa encantadora. Não tem muito estudo – fez até o colegial em um colégio interno de freiras – mas é dona de um senso prático inacreditável. Ela é capaz de encontrar soluções simples (e por isso mesmo geniais) para situações onde os “letrados” da família quebraram a cabeça sem resolver o problema. Gere uma casa com competência, o que parece mas não é nem um pouco fácil, e na cozinha, até quando erra (ela diz que erra) produz quitutes simplesmente celestiais. Tem uma preocupação com o bem estar de todo mundo à sua volta e a capacidade de cuidar e de amar inacreditável, principalmente com sua cria: minha mãe, meu tio e dos quatro netos. E me trata a pão de ló. Em síntese, uma mãezona.
Em Bauru está dona Julia, mãe de meu pai, mulher belíssima até hoje, que me ajudou muito em tempos difíceis. Obrigada. (Só não sei ainda quando poderei dar uma passada aí, espero que breve... mas passo, sim.).
Tive também a chance – e tempo - de curtir duas bisavós, totalmente diferentes uma da outra, ambas sensacionais. Bisa Nininha, mãe de meu avô, tão linda (ela ainda tinha uma cinturinha de pilão aos 94 anos, que inveja), bom papo e com uma cabeça fantástica, super lúcida, dona de uma fé imensa e vivida com seriedade, muito doce, afetuosa, divertida. Uma graça. Bisa Alice, baixinha, atarracada, jeitão resoluto e meio zangado, ativíssima até seu último Natal. Uma verdadeira fortaleza. Mulher que teve uma vida difícil, trabalhou muito numa época em que mulheres que trabalhavam fora tinham má fama e foi o eixo de sua família, a provedora, aquela a quem todos recorreram na hora do aperto. E que nunca faltou. Mesmo hoje, passados quase dez anos de sua partida, ela se faz presente por essa casa e por minhas andanças pela 25 de Março...
Sim, encontrei várias outras mães pela vida. Minha amiga Rose de Bauru é uma delas. Pessoa corajosa, absolutamente engajada na vida. Mãezona de Bruno e Bianca, também foi muito mãe minha, muitas vezes. E é uma grande amiga, com quem tenho a maior empatia – mais que isso, simpatia. Leila, a mulher de meu pai, também é uma pessoa com quem, depois de alguns atropelos, hoje tenho uma relação bacana de cordialidade e cortesia.
A lista é imensa. Conheço várias outras mãezonas. Amigas mais velhas que transmitem sua experiência de vida, colegas de trabalho bacanas, mulheres fantásticas em sua simplicidade. A todas elas, o meu “muito obrigada”. E a todas as mães deste mundo, meus melhores votos de saúde, alegria – e muito amor.
Escrito por Juliana Guido às 10h50
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Para uma leitora especial

Temos a honra e o prazer de contar entre os leitores deste blog dona Marlene de Conceição do Araguaia, pessoa muito lida e culta. Infelizmente não a conheci pessoalmente quando lá estive, mas ela transmitiu pela minha mãe os mais simpáticos cumprimentos. Um grande abraço, dona Marlene, e muito obrigada.
Escrito por Juliana Guido às 10h49
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